Review The Evil Within para PS4

Capa do jogo: The Evil Within

Primeiramente, gostaríamos de agradecer à nossa parceira Central Psn por ter nos cedido o game do PS4 para que pudéssemos fazer a review.

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Considerações introdutórias

The Evil Within (Psychobreak no Japão) é um game do gênero survival horror feito do jeito que os gamers old schoolgostam e pedem. O jogo foi desenvolvido pela Tango Gameworks e publicado pela Bethesda Softworks em Outubro de 2014.

O jogo foi dirigido por Shinji Mikami que é um verdadeiro mito quando o assunto é jogos de terror e afins. Mais adiante falaremos mais sobre esta autoridade no mundo dos games.

História

A trama gira em torno do detetive Sebastian Castellanos que trabalha na cidade de Krimson. Já no início do jogo, Sebastian é chamado para investigar alguns homicídios que ocorreram em uma clínica psiquiátrica chamada Beacon Mental Hospital.

Beacon Mental Hospital.

Lá chegando, o detetive é surpreendido por um ser estranho que parece possuir poderes paranormais e que, de alguma forma, faz com que a realidade de Castellanos seja mudada por completo, algo bem parecido com o que se viu na série Silent Hill.

Gráficos

Os gráficos de The Evil Within são bons, porém não chegam a ser excelentes. Talvez seja em razão do game rodar a 30 FPS, mesmo nos consoles da nova geração.

As cutscenes aproveitam o próprio motor gráfico do game, ou seja, não há diferença da qualidade gráfica entre cutscenes e o jogo em si o que pode causar a impressão de que os gráficos durante as cutscenes são inferiores.

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Os cenários do game são muito bem feitos trazendo à tona a forte característica gore do título. The Evil Within é para quem gosta de terror e sangue, ou seja, se você não é muito fã de filmes de terror ou não curte levar sustos, deixe esse jogo de lado e vá jogar outro game.

Os inimigos são também aspecto importante do game, pois muitos deles lembram os inimigos de Silent Hill (como o Pyramid Head). Este abaixo se chama The Kepper e é um dos mais desafiadores chefes do jogo. Para matá-lo, mire no corpo e não em sua cabeça de cofre.

The Keeper, um dos inimigos de The Evil Within

Jogabilidade

A jogabilidade mistura elementos de Resident Evil 4 com algumas características de Resident Evil 6. A câmera fica fixa acima do ombro do personagem, ficando em primeira pessoa quando o botão de mira for acionado. A câmera às vezes pode atrapalhar um pouco, mas quem já está acostumado a esse estilo de jogo já conhece as minúcias de como controlá-la e usá-la a seu favor.

Câmera para atirar

O game traz também uma das grandes características das obras de Mikami que são os puzzles. Em diversas situações do game o jogador deverá solucionar puzzles para poder desativar armadilhas ou destravar portas.

Além disso, o game também apresenta um inusitado (e macabro) sistema de upgrades. O jogador deve sentar-se em uma cadeira elétrica e os upgrades são transferidos diretamente na cabeça de Sebastian através da corrente elétrica.

Sistema de upgrades

Survival Horror

Os clássicos elementos do gênero survival horror estão de volta para fanboy nenhum botar defeito.

Escassez de munição, poucos itens de cura e dificuldade em fazer upgrades podem dificultar muito a vida do jogador. Sem contar que os efeitos sonoros são muito bem feitos de modo a acrescentar aos demais elementos citados, criando assim uma atmosfera sangrenta, amedrontadora e muito tensa.

O game consegue ser desafiador até mesmo na dificuldade casual (a mais fácil do jogo). Se você jogou Resident Evil 3 e se lembra de como era ser perseguido por Nemesis, se prepare pois em The Evil Within temos essa sensação praticamente o tempo todo.

Além do que já fora dito, The Evil Within trouxe também o elemento stealth que deu muito certo em The Last Of Us. Consiste em não ser visto pelos inimigos, visando assim economizar o máximo possível de munição e vida.

Stealth: importante ferramente para ficar vivo em The Evil Within

Alguns problemas

Como já foi dito, os gráficos do game poderiam ser melhores, especialmente por terem sido desenvolvidos para a nova geração de consoles. Há um pequeno problema de delay de renderização no game. Explico: Você olha para um objeto e ele está completamente cerrilhado, e apenas após cerca de um segundo ele aparece da maneira que deveria ser.

Outra coisa que pode incomodar um pouco o jogador é que grande parte do jogo deve ser jogada com o personagem agachado (segurando R1), muito disso se dá para que o mesmo não seja notado pelos inimigos e possa assim economizar munição e itens de cura. Ocorre que sempre que você tenta pegar um item ou interagir com o cenário (abrir uma porta por exemplo) o personagem se levanta!

Ou seja, você às vezes gasta muito tempo evitando inimigos e bem na hora de abrir a porta ou pegar um item ele se levante e se deixa ser visto pelos inimigos. Muito frustrante.

O game também não permite que Sebastian atire ou use qualquer tipo de arma enquanto o personagem estiver agachado.

Apesar de se encontrar em um ambiente totalmente hostil, o protagonista por muitas vezes vê tudo o que se passa ao seu redor com pouca preocupação. Ou seja, parece que não se sente amedrontado, apesar das criaturas bizarras que povoam o jogo. Talvez isso tenha sido um erro da produção do jogo, ou talvez tenha sido algo proposital em razão da crise emocional vivida pelo protagonista.

Shinji Mikami

Shinji Mikami é um dos responsáveis pelo estabelecimento da série Resident Evil como marco na história no gênero survival horror. Você pode conferir abaixo alguns games que foram fruto de seu trabalho:

The Evil Within (2014) – Diretor
God Hand(2006) – Diretor
Okami (2006) – Diretor de arte
Phoenix Whright Ace Attorney (2005) – Produtor Executivo
Killer7 (2005) – Roteiro, Produtor Executivo
Resident Evil 4 (2005) – Diretor
Gyakuten Saiban3 (2004) – Produtor Executivo
Dino Crisis(2003) – Produtor Executivo
Viewtful Joe(2003) – Produtor Executivo
P.N.03(2003) – Diretor
Gyakuten Saiban 2(2002) – Produtor Executivo
Resident Evil Zero(2002) – Consultor Executivo
Resident Evil remake  (2002) – Diretor
Devil May Cry(2001) – Consultor
Resident Evil Gaiden(2001) – Consultor
Onimusha(2000) – Conselheiro
Resident Evil code:veronica(2000) – Produtor
Dino Crisis 2 (2000) – Produtor Executivo
Dino Crisis(1999) – Produtor e diretor
Resident Evil 3:nemesis(1999) – Produtor
Resident Evil 2(1998)- Produtor
Resident Evil(1996) – Diretor
Goof Troop(1994) – Designer
Alladin(1993) – Programador
Who Framed Roger Rabbit(1991) – Programador
Capcom:Quiz:hatena no Daibôken(1990) – Programador

Vale à pena?

The Evil Within é um dos games mais aterrorizantes e desafiadores de 2014. Se você é fã de Resident Evil ou Silent Hill, com certeza vale a pena o investimento (em mídia digital o game pode sair bem em conta). O game conseguiu reunir aspectos marcantes do survival horror como escassez de munição e constante perseguição por parte de inimigos aliados ao elemento do stealth que tornou The Evil Within uma obra-prima do gênero.

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É isso aí pessoal, esperamos que tenham gostado desta primeira review nossa no PS4. Fiquem ligados para mais posts e reviews.

Abraços.

Equipe Pro Players.

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Nossa análise:

9INCRÍVEL

PRÓS: Tensão sempre à flor da pele.
É comum ver sangue e tripas voando pela tela.
Shinji Mikami trabalhando muito bem.
Jogo extremamente aterrorizante.

CONTRAS: Gráficos poderiam ser melhores.
Delay de renderização.
Câmera pode atrapalhar um pouco.
Problema na interação do personagem com o cenário quando se está agachado.